1. Pesquise antes de fazer as reservas
Faça uma lista de pré-requisitos antes de começar a ligar para os
hotéis. Alguns estabelecimentos oferecem um berço extra para bebês, a
maioria das vezes sem custo adicional. Como a procura pelo acessório é
grande, será preciso reservá-lo com antecedência. Vale conferir também
se a pousada escolhida entrega refeições durante todo o dia, se a
cozinha é acessível para esquentar alimentos, como o leite do pequeno, e
se o quarto tem geladeira. Se a ideia é se hospedar em um flat,
pergunte o quanto equipada é a cozinha.
2. Algumas agências oferecem descontos em pacotes para a família
Na maior parte das companhias aéreas, crianças até os 2 anos pagam no
máximo 10% da passagem. Confira ainda se a empresa não oferece lanche
especial para as crianças. Para garanti-lo, o passageiro deve avisar a
companhia no momento da compra da passagem. Se o destino for outro país,
dá para conseguir também bons descontos em tíquetes de trem e ônibus.
3. Prefira os horários em que a criança costuma ficar mais calma A alternativa é sair nos períodos em que o pequeno esteja mais
pacato.
4. Para garantir conforto em viagens de avião
prefira voar em horários em que a
criança esteja calma – Uma dica para pais com bebês de
colo é chegar mais cedo para o check-in. Com isso, vocês poderão
escolher as poltronas em que vão se sentar e até deixar um assento vazio
no meio. Se o voo não estiver lotado, o bebê poderá ficar mais
confortável entre vocês. Caso o lugar seja comprado por outro
passageiro, não há problema algum em pedir para a pessoa trocar de
assento com um dos responsáveis.
5. Economize na sua bagagem
Cadeirinha, bebê-conforto, roupas, comida, fraldas e mamadeiras. Essa
é somente uma parte da bagagem de uma criança. Portanto, quem não
souber economizar nesses itens de apoio deve ser muito objetivo quando
montar a própria mala.
6. Remédios: o que não pode faltar
Analgésico, antitérmico, curativos adesivos, antissépticos, algodão,
termômetro e remédios antigases são alguns dos itens que devem compor a
caixa de primeiros socorros.
7. Tenha um plano para acabar com o tédio
Tenha sempre à mão os brinquedos que a criança adora e, para
os mais velhos, revistas e jogos.
8. Leve comidinhas de casa
Inclua na bagagem de mão comidinhas que seu filho adora. Pode ser que
você não encontre os sabores e a marca de preferência dele na viagem.
No entanto, se o destino for outro país, lembre-se de que muitos não
permitem a entrada de alimentos.
9. Bolsa térmica: a melhor amiga
Essa é a melhor amiga da alimentação saudável na praia. Carregue-as
com frutas, barras de cereais e sucos naturais. Atente apenas para a
qualidade dessa bolsa. Caso contrário, se a vedação não for boa, os
alimentos estragarão facilmente.
10. O que levar para comer
Para viagens curtas, a melhor opção são as frutas. Mas elas devem ser
higienizadas corretamente em casa e acondicionadas em sacos plásticos
descartáveis próprios. A mãe pode dar preferência às frutas que podem
ser consumidas com a casca, como a maçã, a pera e a goiaba, que, além de
mais nutritivas, são mais resistentes.
11. Libere uma refeição por dia
Se adultos têm o direito de fugir da rotina alimentar nas férias, por
que com as crianças e bebês seria diferente? Além de deliciosos, os
sorvetes e quitutes garantem o bom humor da criançada.
12. Não perca seu filho na praia ou na multidão
Esse problema preocupa os pais quando os bebês começam a andar e só
termina perto da adolescência. Viajar com amigos e casais que tenham
filhos minimiza o risco. A atenção deve ser redobrada quando o destino
escolhido é a praia, que em altas temporadas ficam lotadas de
guarda-sóis parecidos.
13. Inclua a criança na programação das atividades
Lembre-se de que essa é uma viagem em família e todos têm o direito
de se divertir. A típica displicência de solteiros e casais sem filhos
de sair pela cidade sem destino provavelmente irá estressar o pequeno.
Verifique a necessidade de um guia turístico para determinados passeios.
E evite sair de carro sem foco. Ficar perdido por ruas desconhecidas,
errar endereços e passar horas queimando gasolina pode ser o estopim
para choros nervosos do seu bebê.
14. Documentos importantes
Quando o destino é outro país, é preciso providenciar um passaporte.
Para férias por aqui, o documento de identidade e a certidão de
nascimento são cruciais para provar que os acompanhantes são os pais ou
têm algum grau de parentesco. Mesmo que a companhia aérea diga que não é
necessário, é melhor providenciá-los para evitar problemas no trajeto
15. Vacinas
As vacinas da criança precisam estar em dia independente da época do
ano. Mas, especialmente para viagens para o exterior, é necessário
conferir na embaixada ou consulado do país quais são as vacinas locais
que são exigidas. Essa providência precisa ser tomada com muita
antecedência, já que cada vacina tem um tempo para começar a valer.
16. Para a viagem não sair mais cara do que o planejado
Antes de viajar, defina o limite de gastos com compras. Afinal, no
clima descontraído de férias, é de esperar que aumente a tendência – já
normal – de as crianças quererem mimos diversos.
17. Seguro saúde e viagem
Considere a possibilidade de fazer um seguro viagem, pelo menos para a
criança. Embora isso possa parecer um dinheiro desperdiçado, se algo
acontecer no trajeto, você estará mais bem amparada. Nem é preciso dizer
o quanto é importante para todos ter um convênio médico. Caso o passeio
seja para o exterior, e a família não tenha um plano de saúde, é
recomendado contratar um especial apenas para a ocasião. Até mesmo
porque, em muitos países, as farmácias não vendem sequer um analgésico
sem prescrição médica. Logo, caso haja um imprevisto, você precisará
levar seu filho a uma consulta.
18. Dores de ouvido
O ato de
mamar, chupar chupetas e mascar chicletes pode minimizar ou evitar o
transtorno.
19. Como evitar os enjoos
Em viagens para o litoral, a descida da serra e o ziguezague do
carro, e em rotas de avião, a diferença da pressão podem estimular
náuseas e vômitos nos adultos e nas crianças. “Uma dica é fazer
refeições preferencialmente frias e em pequenas quantidades. Ou então
tomar algum remédio que evite o enjoo, receitado pelo pediatra.
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